O filme começa com Katie, que está preparando uma festa surpresa para seu namorado, com a ajuda de amigos e de seus pais. Em meio a correria do dia, ela passa na casa do irmão, Seth, para buscá-lo, juntamente com sua sobrinha, uma menina muito muito fofinha. Chegando lá, ela logo percebe alguns sinais de que seu irmão, viciado em heroína, havia voltado a se drogar.

Ao constatar que essa dúvida na verdade se comprovava, Katie parte em busca de uma clínica para desintoxicação do irmão que, inclusive, havia usado a droga pouco antes dela buscá-lo. Porém, não tem sucesso na internação no primeiro lugar onde vai, e precisa procurar por clínicas ainda mais distantes na cidade, tudo isso enquanto sua sobrinha permanece no carro, sem conseguir entender o que está acontecendo, e a festa do seu namorado já havia começado a rolar.


Pelo fato da clínica ser longe, Seth começa a ficar desesperado, querendo mais uma dose da droga, e é desesperador vê-lo naquele estado, como se realmente a falta da droga fosse matá-lo, sendo nítido que ele faria qualquer coisa por mais uma dose. O desespero de Seth assusta sua filhinha, que começa a também ficar inquieta e chorar no banco de trás.

Katie decide então que irá levar o irmão para comprar a última dose da droga, antes de ser internado, e vai para um lugar extremamente barra pesada, onde ela mesma compra a droga, indo depois a uma farmácia, onde compra as seringas para Seth poder utilizar. Começa então uma cena muito perturbadora, com Katie tentando trocar a fralda da sobrinha, num banheiro imundo da farmácia, enquanto Seth se droga na cabine ao lado.



No decorrer do filme, ouvimos áudios de uma espécie de audiobook de auto ajuda, que demonstra exatamente o que Katie está vivendo com o irmão, com quem ela está se afundando junto, ou deixando-a a afundar com ele, exatamente pelo amor que ela sente e por não querer desistir de salvá-lo.

O filme, que é uma produção original Netflix, é bem curtinho, tendo só 01:15hr de duração, então, após muito postergar, eu finalmente me rendi a ele, e acho que valeu muito a pena.

Toda a narrativa do filme se dá num único dia, o dia da festa surpresa, e mesmo assim, consegue nos dar uma dimensão completa do peso que a personagem Katie carrega nos ombros, quando os pais dela comentam que ela sempre quer "salvar" o irmão, quando ela mesma fala isso, e, especialmente, através do audiobook que vai sendo introduzido nas cenas, que nos traz essa sensação angustiante pela qual a personagem passa, como se realmente estivesse se afogando junto com o irmão, devido aos problemas que ele carrega.


Vendo algumas críticas a respeito do filme, li muito sobre a visão que o filme passa de que o dependente químico Seth é na verdade uma pedra no sapato da irmã, mas eu discordo. Sim, o filme mostra o quanto a Katie sofre com essas recaídas do irmão e o quanto ela sempre se dispõe a fazer de tudo por ele, apesar de ele sempre acabar voltando para as drogas, mas acredito que não tenha sido a intenção do filme mostrar Seth como um inconveniente, mas sim mostrar as consequências do seu vício sobre as pessoas que o amam, e o quanto ele deveria querer ser ajudado para que Katie o ajudasse, e que a iniciativa de se desintoxicar deveria vir dele, e não dela.

Enfim, eu confesso que não dava nada para o filme nos primeiros minutos, mas a história é muito envolvente e não tem como não querer acompanhar esses irmãos e ver até onde o amor de um irmão vai, a fim de salvar e proteger o outro. Recomendo o filme e acredito que valha a pena usar uma horinha do nosso tempo para refletir sobre essa realidade.


E você, já assistiu "6 Balões" ? Me conta aí nos comentários.

Beijinhos!


Oie amores!

Ano novo a gente gosta de começar é com listas, né?

Eu amo fazer listinhas, porque elas me dão uma direção, e eu sinto que consigo conquistar mais meus objetivos quando eu os divido em etapas, através de listas. E com os livros e filmes é a mesma coisa.

Por isso, hoje eu trouxe pra vocês a minha listinha de filmes que eu quero assistir durante o ano de 2019. A maioria dos filmes não é tão recente, tem alguns clássicos, e tudo nesse estilo que gosto ♥

Vamos para as metas então:

1 - Um Olhar do Paraíso


Em dezembro de 1973, Susie Salmon voltava da escola para casa quando foi assassinada. Ela tinha apenas 14 anos. Depois de morta, Susie continua a velar por sua família – enquanto seu assassino permanece solto. Presa em um extraordinário, ainda que misterioso, espaço entre a Terra e o Céu a menina descobre que precisa escolher entre a busca por vingança e o desejo de ver seus amados seguirem em frente. O que tem início como um chocante homicídio leva a uma jornada visualmente criativa e repleta de suspense que, através dos laços de memória, amor e esperança, segue em direção a um desfecho surpreendente e emotivo.

2 - Nasce Uma Estrela

O experiente músico Jackson Maine (Bradley Cooper) descobre a jovem artista desconhecida Ally (Lady Gaga), por quem acaba se apaixonando. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso, até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios e problemas com álcool.

3 - Querido Menino


David Sheff (Steve Carell) é pai de Nic Sheff (Timothée Chalamet), que é viciado em metanfetamina. Sheff precisa lidar com a situação do filho e lutar para encontrar uma forma de recuperação.

4 - Gladiador


Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.

5 - O Poderoso Chefão


Em 1945, Don Corleone (Marlon Brando) é o chefe de uma mafiosa família italiana de Nova York. Ele costuma apadrinhar várias pessoas, realizando importantes favores para elas, em troca de favores futuros. Com a chegada das drogas, as famílias começam uma disputa pelo promissor mercado. Quando Corleone se recusa a facilitar a entrada dos narcóticos na cidade, não oferecendo ajuda política e policial, sua família começa a sofrer atentados para que mudem de posição. É nessa complicada época que Michael (Al Pacino), um herói de guerra nunca envolvido nos negócios da família, vê a necessidade de proteger o seu pai e tudo o que ele construiu ao longo dos anos.

6 - Tempo de Despertar


Bronx, 1969. Malcolm Sayer (Robin Williams) é um neurologista que conseguiu emprego em um hospital psiquiátrico. Lá ele encontra vários pacientes que aparentemente estão catatônicos, mas Sayer sente que eles estão só “adormecidos” e que se forem medicados da maneira certa poderão ser despertados. Assim pesquisa bem o assunto e chega à conclusão de que a L-DOPA, uma nova droga que já estava sendo usada para pacientes com o Mal de Parkinson, deve ser o medicamento ideal para este casos. No entanto, ao levar o assunto para o diretor, ele autoriza que apenas um paciente seja submetido ao tratamento.

7 - Ela


Em um futuro próximo na cidade de Los Angeles, Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) é um homem complexo e emotivo que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido após o final de um relacionamento, ele começa a ficar intrigado com um novo e avançado sistema operacional que promete ser uma entidade intuitiva e única. Ao iniciá-lo, ele tem o prazer de conhecer “Samantha”, uma voz feminina perspicaz, sensível e surpreendentemente engraçada. A medida em que as necessidades dela aumentam junto com as dele, a amizade dos dois se aprofunda em um eventual amor um pelo outro.

8 - Perfeita Pra Você


A história de Abbie e Sam, almas gêmeas que estavam destinadas a ficar juntos até que a morte se interpusesse.

9 - Requém Para um Sonho


Uma visão frenética, perturbada e única sobre pessoas que vivem em desespero e ao mesmo tempo cheio de sonhos. Harry Goldfarb (Jared Leto) e Marion Silver (Jennifer Connelly) formam um casal apaixonado, que tem como sonho montar um pequeno negócio e viverem felizes para sempre. Porém, ambos são viciados em heroína, o que faz com que repetidamente Harry penhore a televisão de sua mãe (Ellen Burstyn), para conseguir dinheiro. Já Sara, mãe de Harry, viciada em assistir programas de TV. Até que um dia recebe um convite para participar do seu show favorito, o "Tappy Tibbons Show", que transmitido para todo o país. Para poder vestir seu vestido predileto, Sara começa a tomar pílulas de emagrecimento, receitadas por seu médico. Só que, aos poucos, Sara começa a tomar cada vez mais pílulas até se tornar uma viciada neste medicamento.

10 - A Outra História Americana


Derek, busca vazão para suas agruras tornando-se líder de uma gangue de racistas. A violência o leva a um assassinato, e ele é preso pelo crime. Três anos mais tarde, ele sai da prisão, e tem que convencer seu irmão, que está prestes a assumir a liderança do grupo, a não trilhar o mesmo caminho.
Além desses, também estão na minha lista mais 15 filmes, mas eu não coloquei no post para não ficar gigantesco demais.

O desejo é que todos esses filmes entrem no catálogo da Netflix em algum momento esse ano, haha. Porque fica muito mais fácil, vamos falar a verdade. Desses a grande maioria não tem na Netflix, mas a gente dá nossos pulos né?

E aí, qual vai ser a listinha de filmes para assistir em 2019 de vocês? E me contem também se tem algum outro site que vocês gostem de assistir filminhos.


Beijinhos!


"O Senhor não vê como o homem; o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração." 1Sm 16:7b


Sinopse: Os Kranks sempre passaram o Natal juntos, mas este ano será diferente. Com Blair (Julie Gonzalo) trabalhando como voluntária no Corpo de Paz no Peru, Luther (Tim Allen) e Nora (Jamie Lee Curtis) já estão se conformando em ter que passar um Natal solitário. Até que Luther vê um cartaz exposto em uma agência de viagens, anunciando uma excursão ao Caribe. Ao fazer as contas Luther percebe que, caso sua família não tenha uma festa natalina, ele e Nora poderão viajar. Inicialmente relutante, Nora termina por concordar com a idéia. Porém ela não agrada os vizinhos do casal, principalmente após Luther decidir não colocar no telhado seu tradicional boneco de neve iluminado, o que pode fazer com que a rua em que mora não ganhe o tradicional concurso de decoração natalina. Após várias desavenças com os vizinhos, os Kranks são obrigados a mudar de planos quando Blair liga e avisa que poderá passar o Natal em casa com eles, dando-lhes apenas 24 horas para organizar tudo.

O filme conta a história do casal Krank. A única filha deles vai trabalhar como voluntária, e não irá passar o Natal com os pais pela primeira vez. O casal então decide que, naquele ano, eles não irão comemorar o Natal.

Como ainda havia um tempinho antes da data, eles começam os preparativos, fazendo planos, comprando as passagens para o Cruzeiro que irão fazer, e fazendo sessões de bronzeamento para se adequar ao ambiente, haha.

Porém, o local onde eles vivem preza muito pelas tradições natalinas, e os Kranks sempre foram muito participativos em todas as atividades que os vizinhos fazem nessa data. Porém, como eles decidiram não comemorar o Natal, Luther não quer nem ao menos colocar o famoso "Gelinho" no teto de casa. A partir disso, eles tem que se esconder da ira dos vizinhos, que se incomodam com o fato de que a casa dos Kranks é a única que não está enfeitada e pode fazê-los perder o concurso natalino.



Porém, tudo muda quando Blair, a filha deles, liga para os pais avisando que houve uma mudança de planos e que ela irá passar o Natal com a família naquele ano, e que inclusive levaria seu noivo, que estava ansioso para conhecer todas as tradições natalinas da família. Começa então uma busca desesperada para arrumar tudo para o Natal, sendo já a véspera, e eles têm de contar com todo o auxílio possível, especialmente daqueles que mais os azucrinaram nos últimos dias.

O filme é baseado no livro "Esquecer o Natal", de John Grisham, que eu ainda não li, mas fiquei bem feliz em saber desse livro. Tendo como atores principais Tim Allen (que interpreta Luther) e Jamie Lee Curtis (que interpreta Nora), o filme rende boas risadas, e é excelente para entrar no clima natalino.



Esse também é um dos meus filmes preferidos de Natal. Gosto porque ele foge um pouco da história de outros filmes natalinos, mostrando um casal que tenta fugir realmente do Natal, e também porque nos mostra tradições e costumes natalinos, que acredito que sejam muito presentes nos Estados Unidos, e que nós não conhecemos por aqui, ou não podemos vivenciar, devido ao calor de 40 graus que estamos passando aqui no Brasil, haha.

É uma história com final bem óbvio, mas eu assisto esses filmes de Natal mais pela magia, pela sensação que me traz, do que efetivamente para me surpreender.



Então, se você procura um filme engraçado, mas com muito amor e clima natalino americano, recomendo demais que assista esse filme!

Beijinhos!


"Eu lhes asseguro: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida." Jo 5:24


Sinopse: Um Grinch (Jim Carrey) que odeia o Natal resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade de Quemlândia possam comemorar a data festiva. Para tanto, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal.

O filme se passa na Quemlândia, um local onde moram os Quems, que são seres que vivem uma vidinha muito feliz e que gostam muito de celebrar as datas comemorativas, em especial o Natal. Nessa mesma terra, vive o Grinch, que é um ser que odeia o Natal. Ele vive bem afastado dos outros, numa montanha beeeem alta, e é até considerado uma lenda por alguns, visto que a última vez em que foi visto foi quando ainda era criança. Dizem que ele odeia o Natal por seu coração ser muitooo pequenininho.

Quando chega o Natal, os Quems ficam extremamente eufóricos, mas com a preocupação principal de fazer as compras para essa data. Uma menininha, Cindy, começa então a questionar qual o real sentido do Natal (e é nesse momento em que acontece a cena mais linda do filme todo, e que realmente é muito emocionante, que é a cena dela cantando *-*). Nesse meio tempo, alguns jovens decidem escalar a montanha do Grinch, como uma aventura "adolescente", porém o Grinch os vê e se irrita com sua audácia, decidindo então que irá descer para Quemlândia e estragar o Natal deles.
Enquanto o Grinch está bagunçando as entregas de Natal, ele conhece Cindy que, diferente de todos os outros, não se assusta com ele, e até se sente agradecida pois, ao se desequilibrar, quase se machuca seriamente, mas o Grinch a salva.

Cindy, depois desse momento, decide investigar mais sobre ele, e saber o que realmente aconteceu que o deixou dessa maneira. Ela descobre o bullyng pelo que o Grinch passou, por ser muito diferente dos outros, e por ter hábitos mais "estranhos" que as crianças de sua idade. A partir desse momento, ela vai tentar provar para todos que, na verdade, o Grinch não é o monstro que as pessoas acreditam ser, e que ele merece uma segunda chance de viver naquela sociedade.



O filme é baseado no livro "How The Grinch Stole Christmas", de Dr Seuss, e teve uma recepção mista pela crítica especializada. O Grinch recebeu três indicações ao Oscar, para Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Maquiagem, ganhando esta última. Jim Carrey, que teve uma atuação fantástica (como sempre, ao meu ver), foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme Musical ou Comédia. Ah, e eu tenho que falar também da gracinha da Cindy, que é interpretada pela Taylor Momsen, que, mesmo tão pequenininha, com certeza conseguiu conquistar e encantar quem assistiu.



Mesmo sendo um filme muito famoso, e preferido de muita gente para essa época do ano, confesso que essa foi a primeira vez em que o vi. Já havia assistido a algumas partes, meio picadas, na televisão, mas nunca me interessei, para falar a verdade.

É um filme bem diferente! Os seres a que me refiro lá em cima, é porque eles não são humanos, mas também não são animais, são na verdade uma mistura dos dois. E o modo como o filme é feito é repleto de filmagens meio tortas, mas que são bem um estilo que ficou característico nos filmes feitos nessa época.

Ainda não me decidi se gostei ou não. Eu gostei de algumas partes, como aquela que citei, da Cindy cantando sobre o sentido do Natal (na verdade, eu me emocionei mesmo). Gostei também da mensagem que o filme nos passa, sobre o real sentido do Natal, da loucura consumista que nos invade nessa época, sendo que na verdade, o Natal é sobre estar com quem amamos. Gostei também da abordagem do bullyng que é feita, em relação ao Grinch, que nos mostra que, independente das aparências, o que importa é o que a pessoa é por dentro. Mas ao mesmo tempo, foi um filme bem longo, e chegou um momento em que eu estava ansiosa demais para que acabasse...



Enfim,  acho que não vai ser um filme que entrará na minha lista dos "tem que ver no Natal", mas foi uma boa experiência, e não me arrependi de ter assistido a esse filme tão aclamado por muitas pessoas.

E você, já assistiu "O Grinch" ? Me conta aí nos comentários.


Beijinhos!


"Deus tornou pecador por nós Aquele que não tinha pecado, para que Nele nos tornássemos justiça de Deus" 2Co 5:21


Sinopse: Entregando os presentes na casa do vendedor de brinquedos Scott Calvin (Tim Allen), Papai Noel sofre um acidente e cai do telhado da casa. Machucado, ele não consegue continuar seu trabalho e resolve pedir a ajuda de Scott para salvar o Natal. O homem aceita a complicada tarefa, mas logo percebe que está engordando e ganhando barba, transformando-se no novo Papai Noel.


O filme conta a história de Scott Calvin, um prestigiado vendedor numa loja de brinquedos, que inclusive começa o filme sendo premiado por seu desempenho naquele ano. É véspera de Natal e seu filho, Charlie, que mora com sua ex-esposa, Laura, irá passar a data em sua casa. Como um pai totalmente despreparado, e estando ausente a um tempo da vida do filho, este reluta em passar essa noite com o pai, que se sente mal ao ver a recusa do filho. Durante uma conversa, Scott descobre que Charlie está deixando de acreditar no Papai Noel, e tenta convencê-lo do contrário, apesar de ele mesmo também não acreditar.

Ao fim daquela noite porém, eles escutam um barulho no telhado, e ao ver do que se tratava, descobrem que era o Papai Noel e suas renas, e este, ao ver Scott, se assusta e cai em frente a casa dele. Scott não acredita que ele seja de fato o Papai Noel, e busca algum documento de identificação para auxilia-lo, porém só encontra um cartão que diz que, se algo acontecesse ao Papai Noel, a pessoa só precisaria vestir suas roupas que as renas o auxiliariam.

Charlie fica muito empolgado, e convence o pai a vestir as roupas. Naquela noite, Scott entrega todos os presentes de Natal no lugar do Papai Noel, mas acha que seu trabalho termina naquela noite. Até que, ao terminar as entregas, as renas os levam ao Pólo Norte, onde um elfo explica a ele que, ao vestir as roupas, ele assumiu a responsabilidade de ser o novo Papai Noel, e que teria o ano seguinte para se preparar, tendo de voltar ao Pólo Norte para a época do Natal, e para lá viver.

Scott não acredita no que se passou naquela noite, apesar de Charlie estar muito feliz com a notícia, e de espalhá-la para todos a sua volta. Até que coisas estranhas começam a acontecer com Scott, a fim de transformá-lo no Papai Noel, e este passa a acreditar, ao mesmo tempo em que todos a sua volta acham que ele enlouqueceu.



O filme não foi indicado a nenhum prêmio importante, pelo que eu li, mas acredito que seja por ser um filme de Natal, apenas, sem muitas inovações, e com uma história bem "clichê". Mesmo não sendo uma crítica especializada e super entendedora de filmes, devo dizer que a atuação do Eric Lloyd, que interpreta o Charlie foi muito gracinha. Ele com certeza conseguiu me encantar e me emocionar, e ele é uma coisinha fofa, rs. E a transformação do Scott (Tim Allen) também foi muito bem feita, e ele ficou exatamente a cara do Papai Noel que a gente imagina quando é criança.

Eu sou suspeita para falar desse filme, porque há alguns anos, eu o assisto em todos os Natais, e amo! ♥ Ele está naquela listinha dos filmes para ser assistido nessa época, e não abro mão. Sim, é um filme bem sessão da tarde, com uma história óbvia, porém é tudo tão mágico, e me traz uma sensação tão boa, que acho difícil eu parar de assisti-lo.



Apesar da história óbvia, ele é daqueles filmes que nos trazem uma lição. A de que não devemos deixar de acreditar naquilo que sonhamos, que a magia do Natal deve viver em nossos corações durante todo o ano, e que a criança é alma mais pura e que não devemos quebrar os encantos dessa época para eles, pelo menos enquanto eles ainda acreditarem.



Enfim, Meu Papai É Noel é filme obrigatório para mim, e espero muito que você assista também, e se encante com ele tanto quanto eu.


Beijinhos!


"Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Há alguma coisa difícil demais para mim?" Jr 32:27


Sinopse: 1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.


O filme conta a história de Solomon que, após ser enganado por dois mercadores de escravos, é vendido como um, mesmo tendo sua carta de alforria e vivendo como um senhor ao lado de sua família. Após ser vendido, ele passa por diversas formas de humilhação, enquanto também assiste a outras pessoas mantidas como escravas passando por situações extremamente degradantes e inumanas. Ele é vendido ao Sr Ford, que, apesar de tratar seus escravos de uma forma um pouco menos impiedosa, ainda assim os mantém e os trata como sua propriedade. Depois disso, após um fato bastante difícil de digerir, ele é vendido ao Sr Epps, que é a personificação de todo o mal, e é considerado um dos piores senhores de escravos, devido a forma como os trata e ao seu sadismo na relação com estes. 

No decorrer dos doze anos em que Solomon se torna escravo novamente, ele conhece algumas pessoas que o marcam. Alguns de forma positiva, mas a grande maioria de forma negativa. Ele conhece a vida de alguns escravos que convivem com ele, e tudo o que tiveram de passar para "sobreviver" nesse mundo em que estão obrigados a viver. E ele tem de aprender que para poder continuar também sobrevivendo, até conseguir provar sua liberdade, ele vai ter de se humilhar e negar tudo o que sabe, para se tornar invisível aos seus senhores e a todos os demais.



O filme, baseado no livro escrito por Solomon após ser liberto, foi muito premiado e aclamado positivamente pela crítica, devido ao seu retrato muito cru e honesto da realidade vivida durante a escravidão. Doze Anos de Escravidão venceu o Oscar de Melhor Filme de 2014, trazendo excelentes atuações, em especial a do Solomon, interpretado por Chiwetel Ejiofor, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator, e da Patsey, interpretada por Lupita Nyong'o, que ganhou como Melhor Atriz Coadjuvante. O filme também ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Além disso, o filme também teve indicações a Melhor Ator Coadjuvante para o ator que interpreta o Sr Epps (Michael Fassbender), Melhor Edição de Arte, Melhor Figurino, Melhor Diretor e Melhor Edição.

Devido a como tudo é mostrado, e por sabermos, obviamente, que tudo isso realmente acontecia, a não muito tempo atrás, o filme é difícil de assistir. Como eu disse, essa verdade que nos é mostrada é muito cruel, e o filme não esconde do expectador a tristeza, o desespero e o desolamento vivenciado pelos escravos, que eram obrigados a sobreviver da pior maneira possível para um ser humano, apenas aguardando a morte, ou o milagre da liberdade.


Enfim, Doze Anos de Escravidão é um filme excelente, que eu indico demais para quem quer compreender um pouco mais sobre essa parte trágica da nossa história.



Beijinhos!


"Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Há alguma coisa difícil demais para mim?" Jr 32:27



Sinopse: Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet - Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty foram criadas por uma mãe que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai. Quando o sr. Bingley, um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy. Os encontros entre Elizabeth e Darcy passar a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.



A história gira em torno da família Bennet, cujos progenitores não poderiam ser mais diferentes: a mãe é extremamente espalhafatosa, chamativa e exagerada, enquanto que do pai mal se ouve a voz, visto que quase sempre se abstém de dar sua opinião e, quando o faz, quase sempre esta vêm carregada de sarcasmo. Das filhas, acredito que possamos dizer o mesmo, com cada uma tendo uma personalidade distinta: Jane, a mais velha, é singela, paciente e vê bondade em tudo e todos; Elizabeth é a mais "moderninha", tendo sonhos que vão além de simplesmente ter um futuro confortável com um marido "qualquer"; Mary é sempre quieta, parece estar sempre de mal humor e muito reclusa em seu mundinho; Lydia e Kitty, as mais novas, são duas espevitadas, que não podem ver um oficial sem ficarem completamente descontroladas.

O filme vai assim mostrando as relações familiares dos Bennets, nos mostrando as características de personalidade tão distintas de cada personagem. Com a chegada do Sr. Bingley e seu amigo, Sr. Darcy, a mãe logo vê uma excelente oportunidade de casamento para sua filha Jane. Porém, os costumes e a cultura da época e dessa sociedade não permitem que as mulheres expressem realmente seus sentimentos logo de cara, sendo necessário "se fazer de difícil", para que não fossem vistas como mulheres fáceis, e por isso, a história do casal demora a se desenrolar. Entre o Sr. Darcy e Elizabeth há um atrito constante, de pensamento, de opiniões, de visões de mundo, e até devido as origens familiares (sendo ele de família muito rica, e ela, pobre). 



O filme traz ótimas atuações, com Keira Knightley (Elizabeth) tendo sido indicada ao Oscar de melhor atriz. Foi baseado no livro de Jane Austen, de mesmo nome, lançado em 1813. É um clássico, que traz um romance, simples, inocente, "antigo", como tem que ser, devido a época em que foi escrito.  O amor é retratado como algo que se constrói a partir do conhecimento um do outro, de suas particularidades, gostos e etc. É um sentimento que vai sendo edificado ao longo do filme, sendo que demora até mesmo para os próprios personagens se perceberem apaixonados.

Sendo baseado num livro, há, obviamente, muito mais conteúdo do que pode ser passado para um filme, e por isso pode haver uma certa decepção por parte do espectador. Além das coisas óbvias, que não podem ser passadas num filme, como pensamentos, descrição de cenário e etc, há também a questão de como o leitor constrói o personagem em sua mente enquanto lê, a forma com que imagina o personagem falando, agindo, enfim, que é uma particularidade que se perde no filme, evidentemente. Além disso, para os mais impacientes, talvez seja difícil se concentrar em um filme de duração de 02:15hrs, em que a maioria das cenas traz diálogos com linguagem mais rebuscada, com pouca ou nenhuma "ação".

Enfim, Orgulho e Preconceito é um filme para quem gosta de romances clássicos, de época, que trazem um romance que parece ser impossível num primeiro momento, mas que vai se tornando cada vez mais real, e que, apesar de ser um romance, trazem uma visão realista, do tipo: nada e nem ninguém é 100% perfeito. 




Recomendo demais para quem gosta desse estilo de filme, e queira se emocionar um pouquinho com uma história de amor muito linda e atual.



Beijinhos!


"Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus, creiam também em mim" Jo 14:1


Olá pessoal, tudo bem?

Eu não sei vocês, mas nessas férias, eu estou curtindo muito passar as tardes assistindo filmes, e com isso estou aproveitando para diminuir a lista dos milhares de filmes que tenho no computador que ainda não assisti!  :D

E hoje eu trago para vocês a resenha do filme: "Qual Seu Número?"

Para começar, dêem uma olhadinha no trailer do filme, para já entrar no clima de qual a pegada que o filme traz:




Sinopse: Boston. Ally Darling (Anna Faris) fica horrorizada ao ler, em uma revista feminina, que as mulheres têm em média 10,5 parceiros sexuais ao longo da vida. Acreditando que o número é baixo demais, ela puxa da memória todos os homens com quem já transou e passa a investigar junto a amigas qual é o número delas. É quando percebe que já teve relações sexuais com 19 homens, um número bem acima das colegas. Para piorar ainda mais a situação, a matéria diz que as mulheres que tiveram 20 ou mais parceiros têm muito mais dificuldades para se casar. Logo, a saída para Ally é procurar seus ex-namorados para ver se, com o tempo, algum deles melhorou de forma que possa ser seu marido, já que desta forma não chegará à marca dos 20. Para cumprir a missão ela conta com a ajuda de Colin Shea (Chris Evans), seu vizinho mulherengo que tem habilidade para investigar outras pessoas. Em troca Ally passa a ajudá-lo a escapar das mulheres que leva para cama, que por vezes teimam em não ir embora tão logo a relação sexual termine.
O filme basicamente conta a história de Ally, uma moça solteira, atualmente desempregada, que vê numa revista uma reportagem sobre a média de homens com quem uma mulher geralmente dorme no decorrer de toda sua vida, e descobre-se beeeem acima dessa média. Então, na festa "pré-casamento" de sua irmã, ela descobre que ela é uma das poucas com um número tão alto, e começa a ficar desesperada quando uma delas diz que, quem chega no número 20, geralmente não consegue encontrar ninguém para se casar.
Com isso, e com a ajuda do seu vizinho Colin, ela começa uma busca desesperada para re-encontrar seus ex-namorados e assim, não precisar aumentar seu número, conseguindo se casar antes de passar para o 21º cara.


"Qual Seu Número" é um filme bem estilo Hollywoodiano, estrelado pela atriz Anna Faris e pelo ator Chris Evans (O Capitão América), com os papéis principais, além de Ari Graynor, no papel de Daisy Darling, a irmã; Blythe Danner, no papel de Ava Darling, a mãe.O filme é também baseado no livro, de mesmo nome, da autora Karyn Bosnak. Eu gostaria de ter esperado para ler o livro antes, como eu sempre prefiro quando há algum filme baseado em livro, mas nesse caso, como eu já tenho o filme há muito tempo, e estou tentando dar uma segurada para comprar livros por enquanto, eu decidi quebrar esse "protocolo" e assistir primeiro o filme. Talvez eu vá me decepcionar ao ler o livro depois, mas enfim...

O filme é uma comédia, daquele tipo "não assista com seus pais" hahaha. Pelo fato do tema principal ser basicamente a quantidade de caras com quem Ally já dormiu, há bastantes cenas com um apelo sexual bem forte, e apesar de não passar nada de mais, dá aquela vergonhinha de assistir com os pais, sacomé né? hahahah #ficaadica

Assim como toda comédia romântica, o filme traz bastante cenas engraçadas, mas tem também um toquezinho dramático, que te faz pensar e chega a ficar sério no final, coisa típica do gênero.

Para mim foi um daqueles tipicos filmes de Sessão da Tarde, a não ser pelas cenas mais calientes. Com um finalzinho bem clichê, é um daqueles filmes para se assistir para passar um tempo, dar umas risadas, mas não tem nenhuma mensagem importante que é passada pelo filme, nem pode ser considerado um filme que mudou minha vida e etc. Não me entendam mal, eu não achei o filme péssimo ou algo assim, só não é nenhum filme que você diga: "Uaaaau que filme bom!!!". 

Recomendo para quem queira só curtir nessas férias, para passar uma tarde, assim como eu, mas que não assista com muitas expectativas, que vai gostar!

Beijinhos!

"Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria" Sl 90:12   .




E aí pessoal?


Como foram de Natal? Muiiito ansiosos pra essa virada de ano?


Bom, hoje eu vim falar com vocês sobre um filme muuuuito (e multiplica por 1000) bom, que emociona, que toca, que realmente mexeu comigo. O filme "O Menino do Pijama Listrado" ("The Boy in the Striped Pyjamas"), de 2008.






Meu primeiro contato com a história foi em 2008 mesmo, mas com o livro, de mesmo nome, escrito por John Boyne. Eu me lembro que, pela capa, e pela quantidade de páginas do livro, quando o peguei, na biblioteca da escola, imaginei que fosse ser uma história estilo infanto-juvenil, bem bobinha e sem profundidade. Lembro que a bibliotecária me disse: "Esse livro é lindoo! Você vai adorar!!"  E não é que eu cheguei até a chorar com ele? :S

Voltando ao filme, segue uma breve sinopse dele, retirada do site Guia da Semana:


"Vivendo numa família rica da Berlim de meados do século 20, Bruno tem uma infância tranqüila, até que uma notícia ameaça sua rotina. Ele, sua irmã - Gretel - e seus pais, terão que se mudar porque o pai foi transferido em seu trabalho como militar. Na nova casa, o garoto entristece por não ter vizinhos, apenas alguns estranhos homens de pijama listrado cinza. Querendo novas amizades e com sua grande curiosidade, Bruno se aproxima e, mesmo separado por uma cerca, fica amigo de Shmuel, da mesma idade.

Sem saber o que está acontecendo, Bruno tenta cada vez mais saber o que acontece do outro lado, que em sua mente parece tão mais divertido. O Menino do Pijama Listrado, que também não tem certeza do que se passa, não consegue responder a todas as dúvidas do curioso jovem. Assim, os dois elaboram um plano para que Bruno também consiga um pijama e entre na cerca. Explorando este novo mundo, o garoto vai fazer terríveis descobertas sobre o trabalho de seu pai e seu envolvimento com o nazismo. 

Baseado no livro de mesmo nome do escritor John Boyne, O Menino do Pijama Listrado fala sobre os campos de concentração nazistas sob a ótica inocente de uma criança. A estratégia tornou a obra um best-seller em todo o mundo. A versão cinematográfica tem direção e roteiro do inglês Mark Herman, de Hope Springs - Um Lugar para Sonhar."


O que mais me encantou nesse filme, e o que eu achei primordial e o motivo para tanto sucesso, foi o fato da história ser contada a partir da visão de uma criança, o Bruno (que por sinal é uma graciiiinha de menino fofo! haha). 






Vemos por aí, e muito, várias histórias que contam sobre esse triste e desumano episódio de nossa história, que foi a Segunda Guerra Mundial, e o horror que o nazismo causou na vida dos judeus. Mas nenhum deles contado por essa ótica tão inocente, tão pura, e que o é até o final do filme! (Spoiler: final triiiste!!)

Se quiserem dar uma olhadinha no trailer, clica no link >>>>>: Trailer filme O Menino do Pijama Listrado


Essa não foi uma história verídica (até onde eu sei), mas não é dificil acreditar que pudesse ter acontecido. Não vemos nada fantasioso no decorrer do filme, nada que nos lembre que é uma história fictícia, até mesmo porque, mesmo que não dessa forma, a base na qual a história do filme foi escrita, infelizmente foi baseada no que realmente acontecia naqueles campos de concentração.

Para finalizar, e acabar não dando sem querer algum spoiler sobre o filme, uma das cenas que mais me indignou e que, conversando com meu namorado, foi algo realmente utilizado por Hitler como uma forma de fazer com que acreditassem que o que acontecia nos campos era algo totalmente humano, profissional, como um emprego qualquer, em uma vila qualquer, foi a cena em que é passado um vídeo, que seria divulgado para a população alemã (e acredito que para o mundo todo), que contava da maneira mais estupidamente falsa e mentirosa possivel, como supostamente seria a vida dos judeus nos campos de concentração. No vídeo era mostrado o campo como uma vila de trabalhadores, onde eles trabalhariam para ajudar na guerra, mas da melhor forma possivel, com cada um tendo um tipo de serviço condizente com suas capacidades, com várias casinhas onde um número certo de pessoas moravam, e que viviam uma vida feliz e livre, sendo que ao final do dia, havia um café para se reunirem e conversarem e onde as crianças brincavam e se divertiam.  Essa foi uma das partes que mais me indignou, mais mexeu comigo de uma forma que eu não saberia explicar para vocês. Eu ainda não consigo entender como vivemos num mundo onde familias (crianças, velhos, doentes) eram arrastadas de suas casas dentro de caminhões cheios de doenças, para trabalhar escravizadamente, e ainda acreditavam que eram felizes lá, e o pior, permitiam que tais coisas acontecessem com essas pessoas. Me indigna totalmente isso!!


O vídeo que foi mostrado no filme, aparece aqui nesse vídeo >>>> Cenas Marcantes do Filme O Menino do Pijama Listrado Porém, ATENÇÃO!!  Esse vídeo contém spoilers, recomendo que assista só até o 01:30min. se não quiserem ver uma outra cena marcante que por sinal é a ultima do filme! (deeeeer  :X)

Super recomendo o filme para ser assistido por toda a família, porque mesmo sendo uma história bem triste, passa uma mensagem maravilhosa sobre a amizade inocente entre duas crianças que não sabiam o que estava realmente acontecendo no mundo a sua volta, e que apesar das diferenças que o mundo impôs à elas, se tratavam como iguais e como AMIGOS!




Mais alguém aí já viu o filme ou o livro?? Deixem nos comentários a opinião de vocês ! :D


Beijinhos